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Gîtâ

Sei lá como se fala isso. Mas essa música do Raul é ótima. Ainda mais com a Betha(nia) cantando. "Eu sou o tudo e o nada Por que você me pergunta Perguntas não vão lhe mostrar Que eu sou feito da terra, do fogo, da água e do ar (...) O início, o fim e o meio". P.S. Fiz um twitter.

Saga do Tamarindo

i. A Preparação - Cara, tô saindo do Fundão agora! Vamos tomar um suco de tamarindo? Lá no Rei do Mate? - disse, ao celular, enquanto esperava um daqueles ônibus, pintados com um azul de mal-gosto, provavelmente lotado. - Putz... tamarindo? - Vamos experimentar! Fazer um rodízio de suco... caso seja ruim, não será só um a tomar sozinho. - Tá... - Vou ligar pra galera... Tenta falar com a Karina? Pode ser? *** - Kááá? Vamos ao shopping? - Aí! Vamos! - O Caio quer tomar suco de tamarindo. - Hihihihihi. Ok... vou tomar banho... qualquer coisa eu ligo. ii. O Ocorrido - Um suco de tamarindo, por favor - pediu a atendente, sem titubear. - O que mais, senhor? - Sabe se o suco de cacau é muito ruim? E o de cupuaçu? - Ai, credo Cainho... Cacau?! - O de cacau é... - disse a atendente - um pouco azedinho. Não gosto muito não. - Tá. Me vê um de ... uva rosada. - Virou-se para a amiga - Vai querer de que? - Hum... pode ser de abacaxi, só para variar... - Então: mais um suco...

Bethânia

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Férias. Essa é a palavra que sonho faz já um tempinho. Precisamente, três semanas, insanas. Todos os dias logado, fazendo trabalho, lendo textos. Dezoito eram eles. Só os da prova oral; correção: prova de leitura, segundo a Lissandra. Dá no mesmo. Havia também os textos para o trabalho de geopolítica, o trabalho do utópico abbé de Saint-Pierre. E o trabalho de política, que me fez ler sobre fascistas, os loucos fascistas. Sem necessidade; a já mencionada Lissandra fez o trabalho sozinha. É, esqueci o diabo do seminário. Esse tipo de trabalho, em grupo muito grande, sempre causa problema. Gente que não responde e-mail (mas está no orkut), gente que está na Colômbia, e faz textos sem nexo. Gente que surge do nada e inventa estórias que os pais morreram, os avós morreram, o cão morreu... (esse não sou eu, apesar das semelhanças). Passei o ano-novo sozinho; não dia 31. O primeiro dia mesmo. Tava quase deprimido. O título. Bethânia. A Maria Bethânia, apesar de minha aversão a artigo...
Eu desisto. Há um maluco querendo ler os 'clássicos', e eu querendo largá-los. Chega de Platão, Sócrates (que finge ser humilde), Aristóteles, Rousseau, Maquiavel, Hobbes, Locke, Tocqueville, Kant, John Stuart Mill, Marx... alguns dos que me são falados durante as aulas. Eu desisto deles. Não sobra tempo nenhum para minhas leituras 'supérfluas', tais quais meu livro "Contos de Amor do Século XIX" (ainda não terminado), "Contos Completos" - Virginia Woolf, Amanhecer (tá aqui em casa faz tempos!)... tem também dois da Jane Austen e "Madame Bovary", e mais um trilhão de livros que eu tenho vontade de comprar (ah sim) e ler. Mas Falta tempo. Meu dia deveria ter no mínimo 28 horas. Na verdade, é bem suficiente. Não sei se é só comigo esse problema, mas tá faltando tempo. Acho que abocanhei coisas demais para fazer esse semestre. Mas coisas boas também ocorrem. Só sei que final de semana eu quero é fazer nada. Fico estressadíssimo só de pesar ...

As pessoas abandonam seu blog...

... porque não tem PC em casa! Viva a volta do meu!! Acesso ilimitado de agora em diante.

Poesia, Ópera e Masturbadores - Aniversario do meu pai!

Acordei 3 minutos antes do despertador tocar. Olhei o relógio, 9:27. Afundei a cabeça no travesseiro buscando mais alguns minutos de sossego. 9:30 aquela porcaria começou a estardalhar. Levantei em um pulo e o soquei no escuro. Calou-se na hora, sem xingar, segurando a dor (não eu, o despertador!)... Deitei-me. 9:35 o alarme do celular disparou com seus tons crescentes. Porrada nele também. 9:40 terminou o 'snooze' do despertador (ou seja, ele se recuperou das agressões anteriores e criou coragem para tentar de novo), voltando a fazer barulho. Assim como o celular, agora no toque do segundo alarme. Uniam-se em rebelião os cretinos... Costumo colocar vários alarmes seguidamente, sei como sou e como inconscientemente me livro de todos os empecilhos para continuar a dormir. Para que algo ou alguém me levante, tem de ser perseverante. Ergui-me da cama lá para as 10... Até então continuei a me irritar e calar todos os sons que tentassem me despertar. Vesti-me rapidamente e desp...

O Príncipe e o Mágico

'Era uma vez um príncipe que acreditava em tudo menos em três coisas. Não acreditava em ilhas, não acreditava em princesas, não acreditava em Deus. O seu pai, o rei, disse-lhe que tais coisas não existiam. Como não existiam princesas nem ilhas no reino do seu pai, nem qualquer sinal de Deus, o príncipe acreditava no seu pai. Um dia o príncipe saiu do palácio e viajou até ao reino vizinho. Aproximou-se do mar e, para seu grande espanto, avistou ilhas e estranhas criaturas que não ousou nomear. Quando procurava um barco para tentar visitar a ilha mais próxima, avistou um homem que passeava na praia envergando um manto. - São verdadeiras aquelas ilhas? - perguntou o jovem príncipe. - Claro que são verdadeiras! - respondeu o homem do manto. - E que criaturas são aquelas? - Claro que são princesas! - Então Deus deve existir! - gritou o príncipe. - Eu sou Deus! - respondeu o homem do manto, fazendo uma pequena vênia. O jovem príncipe voltou ao seu palácio tão rápido quanto pôde. ...

Mercado de Sentimentos

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"A cruel verdade por trás de todos belos pseudos filantrópicos atos é: damos para que recebamos em troca. Talvez não na mesma hora, talvez não no mesmo dia, mas é certo que, mesmo que inconscientemente, damos e nos doamos para criar dívidas. E assim também o é nas relações chamadas “amizades”. As pessoas são legais, gentis, elogiam e contam piadas não porque realmente queiram que nos sintamos bem. Bem, na verdade elas querem sim. Querem que nos sintamos bem ao lado delas, que sejamos felizes e compartilhemos essa mesma felicidade com elas e de certa forma, olhe só, retribuamos o que nos deram. Assim, elogiamo-nas e igualmente rimos de suas piadas. fazemos com que também se sintam bonitas e engraçadas. Um mercado de sentimentos. E do que precisamos para que tenhamos e mantenhamos boas trocas de sentimentos? É simples. Aproximemo-nos de alguém com quem tenhamos muitas afinidades, porque, é claro, não gostamos de ninguém se não de nós mesmos. Quanto mais parecido for, sem que gere...

Pensamentos da Semana.

"É delicioso começar o dia em um engarrafamento... Em uma Kombi... Espremido entre duas gordas... Ouvindo 'Jesus te liberta'... Acho que eu devia ter mais fé mesmo." "Física na faculdade é legal... São apresentados os porquês de um monte de fórmulas que de tão cansado de engolir, já não se mais tem saco de aprender. É como receber carinho depois de ser estuprado." "A revolução dos professores de física já começou... Eles pretendem aprisionar as pessoas nas salas de aula para sempre! E têm treinado com os próprios alunos... Eu mesmo sou uma cobaia... Todas as quartas e sextas sou sugado para uma realidade paralela de tempo indefinidamente dilatado. Entro as 8:00... E depois de umas 5 horas lá dentro, ainda são 9:15... Assustador." (graça intrínseca) "Algumas pessoas não mudam: (...) Amiga: -Sim. Começou a pouco tempo... Ele é muito legal! Rudy: -Hum... Vamos marcar algo então. Assim posso conhecê-lo. Amiga: -Ele tem tatuagens!...

Sábado a noite no Msn

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11 pessoas online... De umas 284. Coitados né? Não arranjaram nada melhor pra fazer. Sábado-à-noite-no-msn só pode ser do bonde dos fracassados. Eu não... Estou apenas esperando alguém entrar... Vai ser rápido... A qualquer momento... Já devia estar aqui... Por via das dúvidas, entrei como 'offline'... 'Invisível'. Assim não tem neura. Nenhum pé no saco vai puxar assunto. Nem vão pensar que eu sou do bonde dos nerds. Tranqüilo... Cadê ela!? Será que arranjou alguma coisa pra fazer em cima da hora? Já tava combinado por alto... "Entra no Msn mais tarde que a gente se fala." No sentido de: "Vamos fazer algo..." Será que aconteceu alguma coisa? Não, não... daqui a pouco ela tá aí... Sábado a noite em casa!? Ok... Vou ligar pra ela. Não gosto muito de demonstrar importância a algo que deveria simplesmente acontecer do nada. Sabe... É como se... o meu sábado dependesse disso. Mas, por acaso... 'meio'... que depende mesmo. Então, vambora... Fora de...