triste. luto: não sou obrigado, queridos.

Eu realmente não sei quando tudo começou; seria óbvio demais falar que começou quando li a Câmara Secreta, e toda aquela história de Tom Riddle e diário, claro. É bem verdade também que havia aquela necessidade de falar certas coisas a alguém, um alguém qualquer, mas ao mesmo tempo, e necessariamente, um alguém que entendesse as minhas metáforas (à época, porque provavelmente não me recordo de tudo).

E essa relação, tornou-se absurdamente simbiótica, a ponto de tom e caio não terem mais fronteiras visíveis, porque no fundo, na verdade, eu falava de mim para mim, eu sanava minha necessidade de falar e de me publicizar.

Daí que o tom meio que foi embora, e me deixou. graças, ou não, e sei lá. eu queria que o tempo parasse e eu ficasse ouvindo um eterno violino tocar. mas cansaria também. afe.

Ao meu querido Tom, por todos esses tempos de paciência. Ao kleber por ter se soltado. Ou aos dois, que se juntaram a mim nessa jornada.

E permanecemos aqui na eterna busca do autoconhecimento, nessa tentativa (que não dá certo).

Comentários

  1. ai caio que lindo
    meus olhos molharam e eu não sei porque talvez sejam os hormônios ou talvez porque eu tenha visto mais ou menos de perto desde algum ponto do caminho eles se juntarem a você que já era todos eles e isso me faz sentir como pertencente de algum jeito da tua vida e muito me alegra e emociona porque afinal de contas é só afeto em mim

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