querido tom 67
querido tom,
quanto tempo, não é mesmo? e em que furada eu fui me meter! como da última vez, acabei de ler o provérbio árabe "se a palavra é prata, o silêncio é ouro" e isso me acabou trazendo uma calma. verdade? mentira?
a tentativa não tem eficácia - é isso mesmo? continuo aqui na mesma tentativa: a história cíclica, o assombro, aquele fantasma... mas tu, como bom ouvinte, já sabes toda essa baboseira de que me refiro. será que dessa vez terei um final diferente? o medo é tão grande.
ao fim disso, dessa comunicação, é, novamente, mais do mesmo e nada novo sob o sol do rio de janeiro: como tu me conheces, permaneço aquele mesmo que te escreveu da primeira vez quando arrancava os sisos e perdia o juízo - imaturo, emocionalmente; vazio, afetivamente.
há espaço para mudar?
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