livre foi miss Simone

em tempos de sandras bland e claudias silva ferreira assassinadas pelo Estado, ou de fabianes maria de jesus, acusadas e julgadas pela fúria popular, nesse fim de semana de lembrança pelas mulheres negras latino-americanas e caribenhas, é um sopro ver Nina Simone (o doc. what happened miss Simone), realeza quase-africana, mulher de porte e fibra, colocar: ser livre é não ter medo (tudo que eu já imaginava, repetia comigo mesmo desde 2008).

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

despindo a fantasia de tecnoburocrata

pluvious metropolis

arrastado pelos acontecimentos da semana