alright, still, volver.
"a vida nao é férias eternas" a voz me diz pelo telefone, mas nem é nisso que penso, exatamente. penso, exatamente, em como fui me meter nisso, na vida. você vê que continuo aqui ainda dialogando com ninguém, com o nada e, principalmente e mais que tudo, com você. ainda.
já faz tanto tempo. mas é meio que um hábito. não sei me livrar de hábitos. é um hábito meu não olhar para o seu lado da mesa, a não ser de vez em quando pra tentar entender ou mesmo surpreender alguma olhada na minha direção; mas nada é o que me é garantido. não que eu me importe muito, não me importo mesmo.
no fim das contas, eu só pulo de um lado pro outro, a sensação de que fui pra frente, de ficar pra trás, de nao fazer nada, alright, still. nao faz diferença no fim das contas. um block no facebook nao mata ninguém, dois pés na bunda, menos ainda.
queria fazer algo diferente e sentir necessidade de outras coisas, mas ainda nao é tempo.
já faz tanto tempo. mas é meio que um hábito. não sei me livrar de hábitos. é um hábito meu não olhar para o seu lado da mesa, a não ser de vez em quando pra tentar entender ou mesmo surpreender alguma olhada na minha direção; mas nada é o que me é garantido. não que eu me importe muito, não me importo mesmo.
no fim das contas, eu só pulo de um lado pro outro, a sensação de que fui pra frente, de ficar pra trás, de nao fazer nada, alright, still. nao faz diferença no fim das contas. um block no facebook nao mata ninguém, dois pés na bunda, menos ainda.
queria fazer algo diferente e sentir necessidade de outras coisas, mas ainda nao é tempo.
É tempo, amor. E se precisar de companhia para para o que for, é só chamar.
ResponderExcluirjá passou do tempo.
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