lençóis brancos na cama king size
são tempos difíceis (para sonhadores). há uma tempestade se aproximando, como da última vez. tantas impressões, tantos pensamentos, tantas discussões, não tão acaloradas. acalorados são os abraços apertados nos sofás, nas camas. as mãos que caminham e navegam pelas peles diferentes e não parecidas, que coçam os peitos, acariciam as barrigas.
o calor de ficar abraçado em conchinha e dar dois beijinhos no pescoço passa de um pra outro como se fosse fácil. mas não é, não sei porque. um cochicho aqui outro ali, alguém olha, quem sabe, pelo buraco da chave.
o travesseiro é pouco agora: alguém pula aqui e ali, uma lente nos encara. alguens falam algumas coisas, não me recordo mais. que diferença faz?
no final: acordar abrir os olhos e estar sozinho debaixo dos lençóis.
o calor de ficar abraçado em conchinha e dar dois beijinhos no pescoço passa de um pra outro como se fosse fácil. mas não é, não sei porque. um cochicho aqui outro ali, alguém olha, quem sabe, pelo buraco da chave.
o travesseiro é pouco agora: alguém pula aqui e ali, uma lente nos encara. alguens falam algumas coisas, não me recordo mais. que diferença faz?
no final: acordar abrir os olhos e estar sozinho debaixo dos lençóis.
sinto falta.
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