novamente: não sou obrigado queridos

e no meio desse tempo, eu fui me tornando o que eu queria ser e, também, ao mesmo tempo, percebendo que isso envolvia ser o que eu não queria ser e mais detestava. isso é o preço a se pagar? preço muito caro.

um tempo, basta! e um tempo basta, sozinho, sem ninguém. e na tentativa de ser novamente o que quero escolho ser o que não quero por um tempo. será que esse tempo basta? será que esse tempo é curto? espero que seja.

mas enquanto isso aquela frase expoente do iluminismo carioca do século xxi: não sou obrigado, queridos.

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