aprendendo a dizer não

o pulso, é fraco; a coleira, inexistente. a vida corre longe, destrambelhada. eu tento correr atrás. a vida não aprende o que é não, talvez eu também não tenha aprendido. ou tenha desaprendido. deveria dizer-lhe não. não sei como fazer isso.

da janela o passarinho parece ser passarinho, mas podia ser passarão. esses dias passarão. mas como? a única vez que uso não é para não sei. não sei de tanta coisa que deveria, na verdade, ter a cabeça vazia, mas ela anda cheia. cheia de coisas que não sei e não sei como descobrir.

talvez começando com um tímido não, mas dessa sozinho. afinal, não é sempre que estamos sozinhos desde que fora da barriga? ou quando não siamês de alguém...

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