árvores chorosas

naquele porrilhão de coisas que acontecem entre um cerveja e uma dose de tequila, sempre ficam as lágrimas e as tentativas de conforto: tudo desnecessário, e necessário ao mesmo tempo. o grande paradoxo da vida.

olhar aquela árvore e lembrar da lua de outro lugar, mas lembrar também daquela árvore, e pensar como a gente é bobo de se guardar de alguns medos, e eu ainda quero dar um abraço naquela árvore com mais quatro pessoas.

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