a busca da (re)(per)(a)feição
é a mais pura verdade que eu escrevi no braço um possível tema de escrita quando eu estava sentado ouvindo música e pensando na morte da bezerra no teatro de arena, mais precisamente no exato instante em que estava olhando as nuvens passarem rápido pelo céu (aparentava chuva que não veio) e observava a estátua da mulher no alto do telhado que parecia me observar de volta à espera de um tropeço ou trapaço meu, nenhum dos quais surgiu, pelo menos não naquele momento. não que eu trapaceie, mas sim que eu tropece com frequência: tropeço em gente que deveria ficar longe de mim por questões de segurança. pra mim, lógico. sou indefeso demais, imperfeito demais para causar some kind of trouble to anybody
o que escrevi foi: a busca da perfeição. babaca demais, fuleiro demais? eu pensava em operação. essa busca desenfreada, a beleza perfeita. que idiota, mas eu queria isso. desenhei um peixe embaixo da frase, um dia tatuo um peixe no antebraço. um não, três.
mas o que fiz quando cheguei em casa foi outra completamente diferente mas parecida na escrita: a busca da refeição. o peixe desenhado no antebraço veio a calhar mas eu comi frango: sou transgênico. a gente chega a essa conclusão que se mistura com a busca do segundo parágrafo, daquilo que se escreve que se entalha na mente, para tentar curar essa ideia de aberração. mas na maior parte do tempo eu não me sinto assim: freak, abnormal. só quando eu tenho de fingir que estou catando moedas (ok eu realmente cato moedas nesses momentos) para não olhar para os lados ou pego o celular e aponto para o alto procurando o sinal que já foi captado.
o que escrevi foi: a busca da perfeição. babaca demais, fuleiro demais? eu pensava em operação. essa busca desenfreada, a beleza perfeita. que idiota, mas eu queria isso. desenhei um peixe embaixo da frase, um dia tatuo um peixe no antebraço. um não, três.
desejei boa sorte, deveria ter dito merda, será que vai dar certo??????
mas o que fiz quando cheguei em casa foi outra completamente diferente mas parecida na escrita: a busca da refeição. o peixe desenhado no antebraço veio a calhar mas eu comi frango: sou transgênico. a gente chega a essa conclusão que se mistura com a busca do segundo parágrafo, daquilo que se escreve que se entalha na mente, para tentar curar essa ideia de aberração. mas na maior parte do tempo eu não me sinto assim: freak, abnormal. só quando eu tenho de fingir que estou catando moedas (ok eu realmente cato moedas nesses momentos) para não olhar para os lados ou pego o celular e aponto para o alto procurando o sinal que já foi captado.
mais ironia da vida a gente falar de feição no dia de santo antônio, ou da busca da sua ausência.
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