ao invés de

até parece a repetição de um ano em outro, alguns acontecimentos parecem que vão se repetir (? - é o que fica na cabeça), eu aqui ainda pensando em qualquer outra coisa, pensando na invisibilidade: ando pelo corredor, fecho os olhos. quando os abro, não há mais ninguém, só eu e aquele chão preto mal encerado.

nos fones de ouvido, é alguma música melosa dos backstreet boys sobre levar um pé-na-bunda? alguém me disse outro dia que o melhor é se dar o pé-na-bunda, e eu penso, penso.

penso que eu voltarei com uma barra de chocolate num dia qualquer para saber da vidinha banal de fulano sem saber que quem leva a vidinha banal sou eu,

quem se torna invisível quando fecho os olhos, bem, devo ser eu.

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