contando 1, 2, 3, 4.

nesses bons tempos de maior visibilidade da mente é que fica difícil pensar no que escrever, porque nos basta escrever que estamos bem; a questão é que estamos bem mas também não estamos cenporcento, o que eu quero não tem nome

ou tem nome e eu não quero lhes dizer (seja lá quem lhes signifique), e não exatamente escrevo para alguém e mesmo quando escrevo estou bastante dividido entre o desejo de ser lido a quem me refiro como de que nunca aconteça tal coisa, é meio repugnante me sentir tão frágil perto de pessoas desmerecedoras da razão, apenas explicáveis pelos sentimentos

esse texto como qualquer outro não tem pé nem cabeça, meu título não fará sentido algum e não chegarei à conclusão alguma, visto que estou vagando pelo ermo da vida que se desenrola aos meus pés (e por falar nisso Enrolados é um filme maneiro pra dedéu, filmes infantis mode on)

For the teenage boys, they're breaking your heart

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