amigo mas que ironia desta vida

Pois que aí essas marquinhas de mãos que vieram e se foram e também das que virão e ir-se-ão, ó que tristeza ó que pesar, veja bem meu bem, hoje eu tive vontade de você de novo enquanto estava ali na varandinha na sacada de olho nos passantes, nos transeuntes, e eu quis que essa marquinha de sua mão ficasse eterna sobre mim;

mas ela não pode ela não deve, ela não quer: eu por contrário, aos avessos, ouço alcione em excesso, como forma de consolo e me pergunto das maiores estupidezes que se imaginam na terra, como com quantos paus se fazem uma canoa ou quem era a esposa de noé e porque raios noé não deixou a arca só com os animais e não se afogou junto com sua esposa amarrando uma pedra em seus pescoços, porque porque por que.

eu bato forte em você e aqui dentro do peito uma dor mas você me entende e diz que pancada de amor não dói ALO ALCIONE isso é lindo poesia isso é chocolate na sua voz, e por isso, por esse motivo que eu preferia ficar desligado deslogado uma tristeza, eu abro aquela página maldita, amaldiçoada e você sorri, sorri feliz feliz da vida e eu bato forte em você e aqui dentro do peito uma dor.

me resta nada senão tomar banho e confundir as gotas do chuveiro com as lágrimas sentado, ajoelhado, acocorado no box vendo a água benta ir-

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

despindo a fantasia de tecnoburocrata

pluvious metropolis

arrastado pelos acontecimentos da semana