motor da vida
Eu não consigo dormir; já passa da meia-noite, já é sexta-feira, a greve dos policiais militares, bombeiros e afins já está em pleno funcionamento, e eu não durmo. Em vez disso, eu levanto e me dirijo à cozinha: pego um pão e passo manteiga. Tenho oito anos novamente.
Estou realmente fadado a viver pensando no passado? Da aurora da minha vida, da minha infância querida? Não, não pretendo, certamente; it just feels... awkward. Demasiadamente. Em excesso. Mas é bastante bom recordar, me lembrar de quando levantava no meio da noite e bebia o copo d'água da minha vó, e então deitava em sua cama, ou mesmo pedia que me fizesse um pão.
E as lembranças me fazem continuar.
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