porvir assombrado.

E quando menos se espera, claro, esses fantasmas reaparecem; mas dessa vez eu preferia não ter medo, ou talvez não tenha mesmo. E eu tenho sono, e essa vontade marota, ou diria esperta?, de algo que eu não sei dizer nem o nome nem explicar o que é.

Agora falta pouco, mas quando foi que não faltou pouco? Sempre falta tão pouco, um segundo, e já chegou; mas algumas coisas não chegam e ficamos a ver navios? Restam as tentativas, fracassadas, de descobrir mais do porvir.

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