de mãos abanando.

Estou me sentindo esquisito, sabe; não que eu não tenha sentido assim antes, mas que talvez hoje seja pior, ou melhor, ou eu não tenha realmente um parâmetro.

Eu podia chorar de novo, mas deus como eu repito isso com frequência nos últimos tempos. Eu estava ali vendo Nárnia e quase chorei e quase peguei meu livro para ler novamente. Às vezes, ou quase sempre, uma boa leitura me bastaria. Ou sentar ao piano (ok, ao teclado - na verdade, piano digital).
Aquela sensação de algo engasgado na garganta, como se a palavra não quisesse, ou pior, conseguisse sair. Ou caso saia, que seja acompanhada de choro, mas daqueles de abrir o berreiro, de tão doloridos e doídos. A boca do estômago dói, dói demais; talvez tudo isso, no fundo seja fome.

Fome de abarcar o mundo inteiro com uma das mãos, e saber tudo o que tem lá.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

despindo a fantasia de tecnoburocrata

pluvious metropolis

arrastado pelos acontecimentos da semana