sobrevivendo.
- Tudo bem?
- é, tô sobrevivendo.
Eu sempre me pego pensando em responder isso; na verdade, eu várias vezes respondo isso, ou então mando logo "de mal a pior", "duas palavras: inferno astral (apesar de não estar perto do meu aniversário, e sim, foram mais que duas palavras agora, são vinte palavras - sem contar essas depois do vinte, estou com preguiça). A verdade é que ninguém, eu friso, ninguém, leva a sério. Volto aqui à tecla do as pessoas estão muito individualistas e insensíveis, ou somente é tudo uma impressão minha?
Eu queria agora ter a coragem de cortar os pulsos e pular pela janela, causando um estardalhaço tamanho que não se repetiria no comoção de meus amigos e familiares, ou pior, largar essa vida chata e chutar o balde, e comprar passagens para além-mar, para Santa Maria Madalena, para Imperatriz e Teresina (sim, duas cidades criadas e nomeadas em homenagem à imperatriz Teresa Cristina, ô mulher) e viver na Chapada Diamantina procurando pedras preciosas que nunca encontrarei.
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