o verdadeiro cinturão verde
Eu lembro (como eu detesto começar assim) de ter lido, quando criança (bem, eu já tinha uns 13 anos), de ter lido sobre a primeira mulher africana a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, Wangari Mathaai. E se eu me recordo bem, eu pensei que eu queria, um dia, ser igual a ela, eu queria tentar mudar o mundo, e talvez conseguir, e quem sabe (crianças, jovens são sempre assim) ser reconhecido por isso.
Pois bem que hoje Wangari Mathaais reaparece, uma tristeza; alguém que realmente fazia a diferença nesse mundo, que soe clichê.
Ainda quero ser tal como Wangari Mathaai.
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