No Concílio.
Havia um concílio, o Concílio, que na verdade há desde antes, bem antes. Está lá desde o início, ever since this whole world began, (when) a woman found out if she shook, she could shake up a man, mas não que seja obrigatório. Deveria ser, ou não. Há divergências. Eu mesmo duvido (da necessidade) (de obrigatoriedade).
Eu sei que há aqueles que não vão nunca, porque não sabem, ou porque não querem, como a questão do voto de castidade dos padres. Mas a congregação é bastante aberta e simpática; não que não haja aqueles irritantes, estes estão em todos os lugares, ainda mais numa congregação de tamanha dimensão. Eles pululam, tal qual a vida pululou nesse planeta quando ainda não havia o Concílio.
Comuns são também aqueles que resolvem abandonar o Concílio, principalmente quando brigam feio com alguém. Daí que resolvem sair, e fazem propaganda enganosa, e mentem. Mas todo sabe, quem desdenha quer comprar, e isso sempre soa como ressentimento.
Pois bem, eu me vesti, especialmente, naquele dia, para, quem sabe, participar do Concílio, e quando, abri aquelas portas, meio esbaforidos, e percorri a longa mesa, até encontrar minha cadeira, como se sempre tivesse eu participado daquilo, como se todos me fossem familiares.
E me juntei sem cerimônia, porque nunca há cerimônia para esses casos.
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