À revelia.

E era sábado, um sábado estrelado. Eu caminhava sob a luz, talvez aquilo fosse um tapete gramado. Não havia nada, ou claro que havia. Senti uma pontada no estômago; borboletas no estômago.

Agora eu já corria, corria por demais, sem me importar com o que estava a minha volta, quem estava a minha volta, só me importava ter aquela camisa amarela. Nem isso me importava, nada me importa, o que importa. Ali, daquele lugar pequeno, apertado, eu corri, e corri.

E cheguei a minha encruzilhada.

E sonhei com céus de brigadeiro, por sobre minha cabeça, enquanto corria.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

despindo a fantasia de tecnoburocrata

pluvious metropolis

arrastado pelos acontecimentos da semana