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Mostrando postagens de setembro, 2010

A Viradeira.

Rodopio, de pensamentos. Preciso de uma penseira, urgente. Tudo foi pego de surpresa, de assalto, tomado de assalto, tudo, tudo. Não sobrou nada, ou sobrou tudo, meio perdido, totalmente perdido; pensamentos sem freio, uma vontade de vomitar; não de gritar, de expelir tudo que girava e rodopiava pela cabeça. E não venha me dizer que era embaraço. Ou só estar com borboletas no estômago. Creio ter algo mais que só comida, borboletas e um estômago no abdômen. Assim ocorreu a devassa, não de Maria I, a Louca, mas de Caio. Devassa sem efeito, sem presos, sem acusados. Devassa sem objetivos, tão-somente azucrinar. Devassa frívola. Caio, o louco, o pio, o piedoso.

Presunção (da Inocência).

O mundo é feito, senão, de frivolidades. Algumas maiores, outras menores. Mas todas frívolas.
O Caio escreve frivolidades Que fremindo só o Caio escreve Escrevendo cita frivolidades Sobre frivolidades o Caio escreve

Mate o samba de uma vez.

Eu estava lá, na boa, assistindo à Clara Nunes cantar Feira de Mangaio, sabe, na boa, na paz. Tudo bem que o programa era japonês, a apresentadora falou em japonês, a Clara respondeu em português (?), e começou a cantar, na boa, com a banda dela.  Daí a música acaba, e tudo bem, é fantástica, mesmo sendo um programa japonês. Mas a japa começa a cantar, e eu não reconheci inicialmente; e era muito familiar. Oras, era "Não deixe o samba morrer". Em japonês. É o fim dos tempos. http://letras.terra.com.br/clara-nunes/209155/

Patéticos, Epiléticos.

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Amor é novela, sexo é cinema. Podia ter entrado em qualquer vagão. Por que aquele, em particular? Não, não era mera coincidência. Havia algo de perseguição, mesmo que disfarçada. Levantou cedo aquele dia. Seria isso o prenúncio de algo interessante? Não, simplesmente uma obrigação, uma mera obrigação. Era o dia do conhecimento da designação, como já foi dito anteriormente em algum lugar do passado. Enfim, não havia nada que marcasse o dia em especial, a não ser, até então, o fato de ter-se dormido pouco. Mas era o início somente. Era uma terça-feira cinzenta? Não, creio que não; era quarta-feira,sim, o meio da semana, e começou meio estranho. As manhãs começam estranhas. São sempre cinzentas.  O dia evolui, eventualmente, para algo quente, e luminoso. Diferentemente do estado de espírito de nosso querido cidadão. O caminho era longo. Chegado o destino, a espera era longa; filas, falatórios prolongados, andanças, novas filas, nomes chamados, filas mais extensas,...

Querido Tom 41 (Post scriptum.)

Post Scriptum 1: Vi Coraline; é dos melhores filmes de animação que existem na face desta terra, quiça de todos os filmes, sem distinção de gênero (sem rótulos - WIN!) Post Scriptum 2: Meus exames estão normais. Sou leigo no assunto. Post Scriptum 3: A Praia Vermelha talvez não sejá assim tão insuportável; acho que já acostumei. Dei a uma gata, e chamo de gata porque dei esse nome, de Abigail. Não sei se realemente trata-se de um espécime felino do sexo feminino. Talvez não. (sem rótulos - WIN!).

Querido Tom 41 (Caio: A History.)

Rio, pelo mês de agosto, ou setembro. Querido Tom, Fuck off. Bom, tô meio sumido, mas tenho lá meus motivos. Ou será que é mútuo, ou múltiplo, mesmo? Tenho lá minhas dúvidas, também, além dos motivos. Garanto que, não, não é culpa minha. Sabe, não é fácil ter, assim, de uma vez só, três portas fechadas, quase ao mesmo tempo. Acho que vou fazer a Nair Bello e jogar tranca. Ou quem sabe, aproveitarei minha sorte melhor: vou jogar na Mega-Sena. Sonhei com montes de cocô outrodia, quem sabe... dizem que sonhar com cocô é dinheiro na certa. Sonhei com uma pessoa de outrora também. Mentira e verdade; não queria falar o nome da pessoa, para que não seja exposta, sei lá por que razões, mas, enfim, só queria escrever "outrora". Até que ficaram bons, eu diria, os prognósticos, seja lá o que isso signifique. Significa? Sim, significa. Só para deixar claro, o sem-graça do título é mais um projeto doido meu, que provavelmente não terá fim, assim como as obras da ditadura. Ou ...