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Mostrando postagens de agosto, 2010

marionetes

Diga que já não me quer! Negue! Que me pertenceu; e eu mostro a boca molhada, ainda marcada, pelo beijo seu. Terra-do-Sempre. Tive ideias supimpas, mas esqueci-as, assim como tudo o mais. Tenho marcado médico na segunda, e eu amaria se o Domingo passasse que nem uma flecha. Uma vontade súbita de falar espanhol perfeitamente bem me ocorreu, já faz um tempo. O problema é querer coisas demais e ter dinheiro, e Tempo, de menos. Tenho que ligar e procurar saber dos preços, horários e vantagens da ioga e do pilates. Gostaria de esgrima também. E, quem sabe, natação e uma academia normal. Muito solícito seria se, mas não. Não, a tentativa não está dando certo. E eu não sei, tenho a impressão de ser uma marionete, com que se brinca a torto e a direito. Chega de tentar dissimular, e disfarçar, e esconder o quê não dá mais pra ocultar [...] já que o brilho desse olhar foi traidor, e entregou [...] Não dá mais pra segurar. Sonho meu.

Querido Tom 40 (Sadiná-ná-ná-nã.)

Rio, sexta-feria da semana sem nada para se fazer, ou a semana das folgas, ou ainda, das férias. Querido Tom. A melhor parte de falar de seus problemas emocionais, é quando se chega ao ponto dos problemas intestinais. Seja prisão-de-ventre (por que ventre? dizem que homem não tem ventre.), soltura-de-ventre, gases, apêndice, enfim, uma variadade imensa de variados problemas intestinais. é uma beleza também quando se relacionam com problemas gástricos, quiçá também problemas de ordem hepática, causando-se um fuzuê daqueles tamanhos em todo o trato gastro-hepato-intestinal. P.S. Estou no aguardo. Ou ainda, como dizem por aí, com estar encabulado. Cabou-se então.

Não me culpes.

Porque, porque eu vi, me apaixonei outro dia. Coisa rápida, banal, sem porquê. Mas então, não tinha uma rotina, uma repetição, e nada foi feito. Somente um dar de ombros. As portas fecharam. Só isso.

Lumus.

Isso; isso é um castigo. É uma tortura, com consentimento meu. Em que eu sou o algoz e a vítima. 'Mas tenta a sorte, já que você quer muito.' É. Pode ser.

Querido Tom 39 (it's tea time.)

Rio, 2º dia de férias, 2010. Querido Tom, Eu assistia o Sem Censura ontem. Como a Leda Nagle está envelhecida. Falavam do filme sobre o Festival de Música de 1967, ou documentário, diga-se melhor. Deu uma vontade ir ao cinema assistir; acho que vou. Falavam, depois, de uma tal peça, um monólogo, em que uma professora de história declara seu amor por Chico Buarque. Deu uma vontade de assistir à peça. A Lúcia fez bolo; está muito bom. Acho que vai um café, também. Perdi a vontade de escrever mais.

Quinquilharia Brechó Ltda (rubbish)

A questão é que a mudança na política de royalties fere o princípio federativo. Uma vez que o petróleo é extraído no Rio de Janeiro, e não há cobrança de ICMS aqui, criou-se uma compensação, o pagamento dos royalties, principalmente como compensação pelos prejuízos que a exploração traz, tais como passivos ambientais, atração populacional repentina, como ocorreu com cidades do norte fluminense. Uma vez que se muda a política, e se muda o mecanismo de compensação, pulverizando-o entre todos os entes federativos, não há mais porque continuar a federação. Se o petróleo está no Rio de Janeiro, atrai certas vantagens para o Rio, mas também certas desvantagens, como o já mencionado inchaço populacional, acidentes que causem transtornos ambientais, nada mais justo que parte do dinheiro fique aqui. Independência, e morte. Se morre o espírito federativo, que venha a independência.

Só trocar os nomes.

" I see him as fundamentally a very intellectual, brilliant and precocious person whose emotional life was absolutely subjugated to the life of the mind - by his choice - and then his first foray into the world of emotion is catastrophic and I think that would forevermore stun that part of his life and leave it stultified and he would be, what he becomes. That's what I saw as Dumbledore's past. That's always what I saw was in his past. And he keeps a distance between himself and others through humour, a certain detachment and a frivolity of manner ."

Querido Tom 38 (Just want my cigarette (love).)

Ontem. Hoje. Querido Tom, hoje de madrugada, antes de dormir, liguei a televisão. Passava um filme, um tanto louco, então, resolvi assisti-lo. Era um filme sobre a vida de Truman Capote. Não, não era o critically acclamaimed "Capote", com Seymour guy; tratava-se de um outro, apesar de eu ter a mesma ideia que você quando assistia ao filme. Não consegui ler o nome do filme em nenhuma das ocasiões em que ele apareceu, após os intervalos. Lá pelo final, eu já tinha tirado os óculos, mas mantinha os ouvidos bem abertos. Capote era um homem bem mentirosinho; soube que era um filme sobre a vida dele porque era aquela coisa baixinha, gordinha e loira, e gay. E, acima de tudo, mentiroso. Tinha a Sandra Bullock no filme. Gostei do Perry também, dá até dó quando ele morre. Agora, lembro bem daquele carnaval naquele verão em Búzios, aquele durante o qual eu li uns 5 livros. Entendo, foram muitos. Acho que ainda posso nomeá-los. Uns deles foi Harry Potter and the Goblet of Fi...