Querido Tom 35

São Sebastião do Rio de Janeiro em 17 do mês de julho do anno 8 do reinado de Lula.

Querido Tom.

Há de saber-se que a carne é trêmula, sei lá porque escrevi isso. Acho que não era isso, mas algo mais parecido com o primeiro post do ano vigente, que inaugurou a fase que me encontro hoje, ou seja, minha fase vigente. Lembro-me de ser um texto roubado por aí, com autoria atribuída a Madre Teresa de Calcutá. Não que ela morasse aqui perto de casa. Temos aqui, na Freguesia, uma praça, chamada Praça Calcutá, comumente conhecida como Praça da Freguesia.

Anyway, venho pensando há tempos sobre conhecer Assunção. Só porque é mais barato, e no momento não posso conhecer nem Túnis, nem Marraqueche, nem Tirana, nem Beirute, Dasmaco, Londres, Dúblin (sempre imaginei assim), Cardiffe, ou Wellington, ou Áden, ou o Cairo, ou Instambul, deixe-me ver, Bucareste, Sófia, Marselha, Lisboa, Abidjan, o Quênia, Luanda, Maputo, Amã e a Tanzânia.

Seriam bons tenpos, não fossem maus tempos, maus bocados, dias chuvosos, e ruins no geral. A mente boa não é sinônimo de que tudo estará as mil e uma maravilhas.

Por falar nisso, em mil e uma, penso em torrar uma pequena fortuna em livros: comprar as mil e uma noites, traduzido direto do árabe pelo professor Mamede Jarouche, e também Kalila e Dimna, O Leão e o Chacal Mergulhador e as Cento e uma Noites. Penso em ler a epopéia de Gilgamesh, e também Shakespeare, e quem sabe alguns livros de Aristóteles e da Grécia Antiga, e de Roma também.

Ó vontade de gastar dinheiro, mas é tudo de ótima qualidade como a gravação integral das sonatas de Chopin pela Clara Sverner.

Meu olho dói, e está inchado, um pouco. Queria estar de férias. Pelo menos, passei em economia.

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