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Mostrando postagens de fevereiro, 2010

Relatos I

Tô alucinando direto, e eu nem uso ácidos . Rááááááá. Deve ser o calor. Ou não. Ninguém nunca vai saber. Somente eu, e mesmo sabendo disso, não quero saber o porquê exatamente. Verdade é que eu sei bem, mas não quero contar pra ninguém. Não, eu não esqueci de tirar o itálico. Foi por querer. Queria que parecesse meio falado, meio autobiográfico, retirado de um outro lugar. Dar uma diferenciada. Não sei se realmente consigo fazer isso. Senpre acho meus textos frívolos. Na verdade, já me disseram isso, com outras palavras. Ainda minimizaram "é bom ler algo leve de vez em quando". Faz tempo; não sei se foi exatamente assim. Queria mesmo é ter uma banda. Mas todos me viram as costas. As pessoas nem querem sonhar; cansei disso. Receita para se achar superior: tente encarar pessoas na rua. A maioria, uns 95% delas, não responderá. A mediocridade é tamanha, que todos, digo, a maioria, não responde a estímulos externos. Age mecanicamente. Adorei ter ido ao cinema, lá tem ge...

Valiosa; Inestimável; Magnifíca.

Claireece Precious Jones. Hei de esclarecer já aqui, no início, que ela, Precious, já era forte candidata a me conquistar. Tenho uma leve queda por heroínas parecidas com Precious. Que são oprimidas em todos os aspectos. Ou apanham da mãe, do pai, até mesmo de pessoas na rua. Ou estupradas pelo pai, engravidando duas vezes. Expulsas da escola. À Precious ocorre tudo isso, e mais um pouco talvez. O filme, como eu já havia lido, seria pesado. Fui preparado. Talvez preparado demais. Não era assim tão pesado. Ou será uma daquelas cenas de fantasia de Precious após desmaiar ao ser atingida por algum objeto jogado por sua mãe? Certamente que essas cenas são fabulosas, contrabalançando a pequenez e a maldade da ação expressa na cena imediatamente anterior. As atuações são impecáveis, pelo menos ao meu ver. Mas é uma estória de superação. Tal como "A Cor Púrpura", também sobre a dificuldade da vida de uma mulher negra. A diferença, porém, reside, além d...

Dando uma de lai e postando mais de um post por dia.

Ainda quero ir a praia na sexta ao cinema ao teatro ao cinema de novo ao teatro a praia ao bloco no domingo a festa da laiane lavar roupa o banheiro cuidar da penelope (acho que ela tá doente) comer falar com alguém ao vivo e a cores. Nunca gostei tanto de ir a praia e ser molhado por inteiro, ter meu chinelo levado pela onda que me molhou todo, e ainda por cima, molhar meu mísero dinheiro no bolso. E trocar de lugar na areia umas duas vezes, por medo de ser molhado de novo.

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"Como pode ser gostar de alguém e esse tal alguém não ser seu?" Ainda lembro do que passou, parece mesmo que foi ontem. Mas não foi. A minha covardia me assusta toda vez que penso nela. Nunca sei como ultrapassá-la. Deve ser por isso que amo tanto "Gita", ou seja lá como se escreve. Eu sou o tudo e o nada. E, principalmente, eu sou o medo de amar. O medo do fraco. Porque esse versos são sinônimos. é fraco aquele que tem medo de amar. Incrível a minha capacidade de me apaixonar, pelo menos é assim que chamo; ou não sei mesmo o que é isso. Posso não falar pra meu objeto, mas ele sempre sabe, taçvez mais que eu. Basta um olhar, e estou perdido, um bandido com "CULPADO" escrito, assim mesmo, com maiúsculas, na testa. No peito. Nas costas. A única certeza que tenho é que esses alguéns não foram meus, ou não são meus, ou sei lá. Alguns realmente estão no passado remoto, outros, muito recente. Algumas horas atrás. Certamente, a única certeza é que os alg...

Raios

Como diria Laiane, ter medo deles é coisa de Caio. P.S. Me Olvidé de escribir que cantámos también Shakira e su sucesos, digo, Ojos Así e Suerte, y su versión en Inglés, 'Wherever, Whenever'. Solo no sé se mi español está correcto.

Sucesso.

Casa da Fernanda. Domingo. Ideia minha. Cantar algumas músicas. Começamos sei lá por quem, na frente do PC, melhor, Mac. Devia ser Lady Gaga. Não lembro mesmo. Passamos por muitas. Então, Too little too late. Devia ser 2006. Não lembro mesmo. Mergulhamos em uma sessão de músicas mais velhas. Tinha até Kelly Clarkson. "Walk away". Boa música. Fun. Então surge Ragatanga. Rouge. Putz. Mó sucesso. Nem lembro o ano mesmo. Mas que fez mó sucesso, fez. E, na minha concepção, música pop de qualidade. O SBT acertou. Elas duraram mais que a versão masculina, o Br'oz. Definitivamente, um sucesso. Então... - Lembra de Pepê e Nenem? Puuutz! Pepê e Nenem! Seguiram Fat Family ("Sevocê demorar, eu não vou te procurar..."), Negritude Junior (Cohab), Katinguelê (sempre me lembro de catinga quando leio esse nome!) e até Roberta Miranda, uma música interessante, que eu não conhecia, detentora de um leve toque árabe. Tá. Promessa de Fernanda, na festa de Louise, dançar...