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Mostrando postagens de fevereiro, 2013

olharinhos me dizem "reprovado"

pauta normal de novo: repetição ativada. é tudo poder da mente do acaso ou do destino? ah, não se esqueça que é tudo culpa minha, eu não me esqueço. não me esqueço de lhe lembrar também. os olharinhos me perguntando o que eu fazia lá, e eu lá. só lá.

ser sussa

agora lhes digo que preciso tirar férias de mim: não é nada com vocês, pessoas, só que vez ou outra eu fico me achando chato demais mesmo quando você fica lá parado e a pessoa diz que lhe acha sensacional e ela parece tão desarmada que realmente nao estaria mentindo; e mesmo assim a única coisa que lhe vem à cabeça é "são seus olhos" ou "impressão sua". falsa modéstia?

fucking love songs

todas essas canções de amor rsrrsrsrsrs cantadas esse tempo todo para ninguém. bjs

destino acaso verdade ou consequencia

qual o ponto em que se perde o controle? deve ser quando se tem medo. to ficando com medo de ter medo, será que perco o controle? medo de outras coisinhas mais. e o destino, acaso, coincidência? é tipo verdade ou consequência, também? to ficando com medo de acaso-destino? qual é qual, nao sei, me perdi. no momento eu to pensando demais, e eu detesto pensar demais. no meio das conversas com bêbados, e conselho de bêbado nunca é demais, me foi dito que não pensasse. não sobre isso, não a exaustão. os motivos não são perceptíveis. nunca serão. nem se escritos numa língua que eu nao conheça e use google tradutor. NADA FAZ SENTIDO, É ISSO MESMO? pergunta retórica, amo responder perguntas retóricas. me falaram também que são ótimas para manter conversas porque a outra pessoa só ganha combustível. attention whores não levam a lugar algum, o que fazer? e nem as perguntas retóricas funcionam: só me resta a dúvida. e o medo.

do que não se entende

o fim só chega mesmo quando a pedra cai no buraco? é assim, tudo vai e volta feito um balanço numa praça, as crianças brincam, nós brincamos. nós brincamos: era só isso? eu sempre faço as perguntas, sempre dou as respostas, noutro dia eu estava cheio desse socratismo, disso de saber que nada se sabe: eu sabia tudo. e apesar desse momento terrível eu ainda sinto bem, ainda me sinto bem: comigo é tudo que tenho repetido, repetido nesses últimos dias todos. nesses últimos meses. os olhos não enganam, olha que sacada das boas. não enganam, e eu sou, eu soo: muito repetitivo. mas foda-se, não é sobre isso mesmo. agora já não sei de mais nada, as respostas me sumiram de novo, vieram as perguntas, que loucura. tudo uma loucura. como se não tivesse sido sempre isso. ou eu entendo tudo errado mesmo... e eu queria perguntar se você queria mesmo falar comigo.

no apagar das luzes

fim de noite: perdi o jogo, perdi tudo. aquela máxima me valhe, ainda? vivendo e aprendendo a jogar. acho que desaprendi metade das coisas, mas foda-se não é mesmo? FOUDAC pra quem sabe ler pra quem é bom entendendor. apagam-se as luzes.

do dia sem borboletas

"então é isso só mesmo?" fico olhando para a parede, devem achar que eu sou maluco ou pelo menos vesgo. "na verdade, nunca dissemos bye-bye, se é que isso existe", agora eu olho aquela fonte seca, aquele chafariz que parece nunca ter tido vida. "como odeio esse lugar, você nao diz nada?" parece que eu sempre falo comigo mesmo. de mim para mim, é isso mesmo? "anyways, faz tanto tempo"