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Mostrando postagens de dezembro, 2012

muro das lamentações versão 2.012 UPDATED!!!!

dia 31 de dezembro é sempre meio que uma data limite. é tipo o dia em que até os descrentes da vida se dão a liberdade de ter algumas crendices bem simplórias e babacas, como ter o quarto arrumado ou a casa limpa (eu mesmo pretendo arrumar meu quarto antes de sair de casa). e dia 31 também é meio que a data-limite para o que surgiu na minha cabeça em meados de novembro: escrever um texto de retrospectiva. mas fica claramente óbvio que eu não conseguiria escrever tudo que me aconteceu, tudo que sucedeu num ano, ou mesmo que eu lembrasse (ou quisesse). hoje o dia tá lindo, céu azul e claro. o ano foi basicamente isso. mas, bom, não que eu não tenha tido um ano realmente bom, porque ele não foi. todas as críticas que podem ser despejadas a partir da leitura desse texto são claramente dispensáveis (eu mesmo já li críticas agorinha mesmo de que as pessoas tavam reclamando demais de 2012), mas não estou aqui me abstendo de dizer que tive really good times. conheci pessoas extraordinári...

pensamentos inacabados

dor, é isso. dor em todos os pedacinhos do meu corpo: físicos, não-físicos, internos, externos e imaginários. o álcool evaporou, sublimou, e eu fiquei com cara de tacho. merecia meu oscar, claramente. ou não: há quem diga. merecia um tapa na cara, certamente. o horóscopo diz que se inicia um período para explicações, ou whatever, mas eu devo ser muito ruim em perceber qualquer coisa. mentira, eu percebo até demais. percebi tudo, toda e qualquer sutileza. deve ser isso. mas as conclusões a que cheguei eram as mesmas de sempre; se bem que eu não voltava a essas conclusões faziam tempos. antes a lua estivesse na metade e não cheia, quem sabe não teria chovido o que importa mesmo é a interpretação dos sinais: impressão de seguidas interpretações erradas, sim ou sim? então vem à cabeça que se existe essas paradas de sobrenatural ou o que seja, que eu parecia um bebo dorgado largado num banco qualquer, levemente esquizofrênico escrevi DOR no braço esquerdo para não esquecer, e a dor pa...

expectativa de 4 dias

expectativa (cresce cresce cresce) e euzinho aqui diminuto, as perguntas parecem se formar do ar e não dos dedinhos que batem nos teclados ou mesmo daqueles lábios que me encaram de frente para a janela do ônibus. as conclusões doentias são feitas de modo corriqueiro e depressa sentado na praça de alimentação expectativa (cresce cresce cresce) e nunca sabemos o que fazer: a noite parece uma criança pelo menos agora eu não sinto as borboletas no estômago ou as pernas bambas, mas quem sabe mais EXPECTATIVA (CRESCE CRESCE CRESCE) tarde, to atrasado pros compromissos, para a vida, mas o ventinho na varanda era mais gostoso que qualquer outra coisa exceto qualquer outra coisa mais gostosa que ventinho fresco na varanda, é óbvio. agora devo correr contra o tempo contra os desejos as vontades ALÔ ALÔ GRAÇAS A DEUS O ANO TÁ ACABANDO.

status de vida

da série de perguntas que me fazem parar e pensar, mesmo que rapidamente: como anda sua vida amorosa? certamente que o conjunto de temas que fazem minha vida anda um cu, e certamente que não tenho feito muita coisa para mudar, e, novamente, certamente que já tive momentos piores, psicologicamente e emocionalmente falando. não que a vida não tenha mudado; ela não mudou mesmo: same problems, same feelings, same mistakes . ou seja: um cu. minha vida é um cu, isso é fato. fatão. outro dia me peguei pensando sobre escrever um texto de final de ano. um texto que contenha assunções de coisas do ano, que aconteceram. o que me aconteceu. o que progredi. bem, se progredi, né. vamos acompanhar, porque esse não é (ainda) o texto de final de ano. ainda temos mais 15 dias para pensar. mas agora voltando a pergunta que não quer calar, e que talvez me faça dar uma prévia, a glimpse , do que pretende ser o texto de final de ano. whatever , que seja. mas a minha reposta foi "não estou saindo co...

o homem do apito na esquina da vida

gente, já tem três semanas na minha conta que não escrevo nada aqui. ok, mentira, tem 3 rascunhos fajutos que quem sabe um raio de sol pode um dia libertar e me envergonhar, whateveeeeeeeeer. mas enfim, vou me permitir: que calor da porra. é isso aí. agora imagina juntar calor da porra e também, olha, não estar fácil. outro dia tive lá meus tremeliques, pernas bambas, um sofrimento só. mentira, nem sofri tanto. mas chegamos a conclusões das mais diversas... se chegamos. enfim era isso, só demonstrar: vividez VIVIDÃO. o homem ali na esquina continua apitando, tudo na normalidade. será que é mesmo um apito aquilo?