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Mostrando postagens de novembro, 2012

querido tom 61 (como escrever um p.s.)

p.s. sei também que isso aqui virou um lixo. não que já não fosse antes. mas o que realmente deslanchou como um diário do tom, exatamente quando eu arrancava os sisos, acabou virando um muro de lamentos e murmúrios, curtos, curtíssimos. pouca vida comentada, pouca vida compartilhada. deu vontade de escrever um diário como antigamente, com textos longos e títulos sem sentido. será que consigo?? qualquer coisa vou lavar o banheiro e arrumar meu quarto. será que consigo??

querido tom 60

querido tom, tough, tough cookie. essa semana está sendo hard, tipo, mega hard. tudo começa de novo pelas ligações: telefônicas, corporais, sentimentais, quiçá todos os tipos de ligações possíveis. é tanta coisa que tava até pensando em anotar tudo o que devo/preciso fazer. só para organizar. diz-se que escrever é mais forte que pensar, então seria uma forma de trazer essas obrigações /desejos /deveres mais para a realidade que apenas o mundo dos sonhos. ou falar. mas palavras ditas vão ao vento. palavras escritas, ao lixo, no máximo. ou à picotadeira, risos. hoje acordei atrasado, vejam bem, e ainda fiz tudo no tempo certo. tô me esforçando, mas aquilo não era o que eu queria. tem 85 abas abertas aqui no navegador agora e eu não sei o que eu faço, além de tentar estudar para a prova de amanha. ou escrever a resenha que era para o dia 20 e mudou para o dia 27; mas nesse caso, preciso dos textos fotocopiados. ou mesmo sentar e ler e desengavetar aquele projeto de artigo. posso dar...

chiclete clichê

aquelas musiquinhas bobas para adolescentes que grudam feito chiclete na cabeça e cheia daquelas frases-clichê mas que são a verdade verdadeira do mundo. (já repararam que clichê e chiclete combinam?? just saying... ) a frase de abertura é igual à do final, e bobinha no início, carrega toda a verdade no final, parece até uma sentença. to aqui pensando no que a gente faz de certo, faz de errado. o que a gente faz. ou deixa de fazer. saudades de algumas coisas, de muitas coisas. vontade de poder falar com todos.

mudança de opinião

um telefone, nada mais que 3 minutos de ligação, e aquelas palavrinhas pareceram querer dizer algo mais, algo mais que seria tipo o desfecho, tipo o golpe de misericórdia. agora toca "california dreaming", quem canta é a queen latifah, ó MAS É ISSO MESMO, BOLA PRA FRENTE NÉ GENTE, ANTES FOSSE QUALQUER COISA TIPO COBRANÇA DO CARTÃO DE CRÉDITO. VAMO QUE VAMO AVANTE BRASIL
pensamentos perdidos numa viagem de ônibus são piores que os possíveis amores perdidos num olhar.
a bit impatient . hj bateu uma pontadinha no coração (ou no pulmão?), a garganta secou, pensei que era premonição daquelas brabas. mas só vi uns conhecidos inofensivos (ou semi-inofensivos)... a gente sempre pensa, to programando o dia de amanhã, fazer o quê.

naïve

hoje bateu aquela tecla na mente e, bom, eu sempre me imagino pedindo um cigarro e fumando quando penso sobre encontrar certas pessoas. e perguntar sobre a vida, claro. se fulano vai bem, obrigado, quais os planos para o verão etc. daí que enquanto eu ouvia a música que dizia exatamente sobre "fumar outro cigarro" e pensar nas coisas eu percebi que tava pensando nisso (ok agora estou pensando em outras coisas e pessoas que me levariam a pedir outro cigarro e perguntar da vida) mas a questão é que eu não fumo. e eu só terminei essa frase desse jeito porque não quero falar sobre isso.

sobre fotografias e crianças

impressões dessas noites que passam varadas, e quando vemos já é de manhã e temos fotos indesejadas rodando o mundo. enquanto isso, me pego pensando em como ser babaca a ponto de acreditar numa criança, pior: num jovem adulto. crianças são mais fáceis de acreditar.

limpeza do lixo eletrônico

:parece até ironia que o primeiro spam do dia seja essa belezura né. Nada deve parecer impossível de mudar. :-) o dia trolando hard

apology of kibs

outro dia eu tive necessidade de falar, mas não falei. acontece com frequência. isso, de não falar. não sei porque, acho que não foi por medo. eu tinha necessidade, mas na hora não falei. não quis me prolongar. não sei o que fazer, para variar. uma coisa é certa: às vezes a gente gosta mesmo, mas não dá certo. não dá certo por uma infinidade de motivos. n motivos. tipo não gostar do mesmo jeito, não saber expressar, ou ainda não ter os mesmos objetivos. e eu ainda não sei falar. é tipo muito difícil. daí que to aqui escrevendo, quiçá leiam né. enfim, é isso. isso de querer dizer e não falar. de querer e não fazer nada. só queria era lavar as mãos e vida que segue. será? não queria ficar mal, não queria me sair mal nessa dinâmica da vida. daí que eu meti os pés pelas mãos, e pés não são os preferidos quando se quer escrever, por exemplo. ou dirigir. whatever. o que importa: nada importa. who knows? not really ... eu penso. penso demais, também. isso aqui tá virando tipo my apologi...