Férias. Essa é a palavra que sonho faz já um tempinho. Precisamente, três semanas, insanas. Todos os dias logado, fazendo trabalho, lendo textos. Dezoito eram eles. Só os da prova oral; correção: prova de leitura, segundo a Lissandra. Dá no mesmo. Havia também os textos para o trabalho de geopolítica, o trabalho do utópico abbé de Saint-Pierre. E o trabalho de política, que me fez ler sobre fascistas, os loucos fascistas. Sem necessidade; a já mencionada Lissandra fez o trabalho sozinha. É, esqueci o diabo do seminário. Esse tipo de trabalho, em grupo muito grande, sempre causa problema. Gente que não responde e-mail (mas está no orkut), gente que está na Colômbia, e faz textos sem nexo. Gente que surge do nada e inventa estórias que os pais morreram, os avós morreram, o cão morreu... (esse não sou eu, apesar das semelhanças). Passei o ano-novo sozinho; não dia 31. O primeiro dia mesmo. Tava quase deprimido. O título. Bethânia. A Maria Bethânia, apesar de minha aversão a artigo...